terça-feira, 18 de novembro de 2008

E o que seriam das estátuas sem as pombas?


Fim de outubro. Chegada na Europa. Lisboa, pra ser "exacta".

Choque. Foi isso o que eu senti primeiro.
Nunca tinha ido tão longe de casa. E o futuro incerto é o mais difícil.

Pude notar algumas diferenças no povo. Mais direto, mais rude, mais honesto e de saco cheio de imigrantes.

A cidade é histórica e moderna ao mesmo tempo. Num dia, vamos a um castelo do século XIV, no outro, a um show do Afrika Bambaataa de graça, num cassino!

Bar de 1800, que vende licor de ginja. Depois, bairro alto (que parece a Lapa do Rio), com uma balada mais animada que a outra. Bar de metal com uma hostess de 90 anos e boate gay fervendo.

E no meio da praça histórica, uma pista de skate verde fluorescente. É assim, acho que tudo se equilibra. O dia com a noite. Os velhos com a bebedeira e os jovens com a bebedeira também.

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