Foi quando, numa pausa, Moore, começou a contar umas histórias da sua adolescência e umas piadinhas, com um jeito de quem anda leve e feliz… Quando dei por mim, estava rindo um monte, e… respirando! Foi como se o próprio Thurston Moore tivesse me acalmado (ou o antibiótico tivesse tido efeito).
No som que veio a seguir, passou simultaneamente um filme da minha vida, na minha cabeça. Depois lembrei dos amigos que estão longe e deu saudade. E tudo isso fez desta uma noite inesquecível. Nada mal para um dia que começou no hospital. Vida-montanha russa.
E então saí do teatro e aconteceu por alguns segundos: Esqueci o caminho de casa. Achei que estava em São Paulo.
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